Após o juramento e no seu primeiro discurso como Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que será o Presidente de “todos sem exceção… sem querer ser mais do que a Constituição permite ou aceitar menos do que a Lei Fundamental impõe”.Depois de no juramento jurar cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa, o presidente eleito reforçou essa ideia no seu discurso “sem querer ser mais do que a Constituição permite ou aceitar menos do que a Lei Fundamental impõe”.
O Presidente Marcelo, alertou no discurso para que Portugal e os portugueses vão enfrentar “tempos e desafios difíceis”, pelo que considera necessário cicatrizar as feridas dos “tão longos anos de sacrifícios” criar clima para sair da crise e garantir qualidade na educação, saúde, justiça e no próprio sistema político.
O Presidente não esquece o espaço onde Portugal está inserido “na Europa a que pertencemos” , para referenciar que “sem rigor e transparência financeira, o risco de regresso ou de perpetuação das crises é dolorosamente maior” mas que “finanças sãs desacompanhadas de crescimento e emprego podem significar empobrecimento e agravadas injustiças e conflitos sociais”.
Marcelo Rebelo de Sousa apontou os próximos cinco anos como tempos “de busca de unidade, de pacificação, de reforçada coesão nacional, de encontro complexo entre democracia e internacionalização estratégica dentro e fora de fronteiras e entre crescimento, emprego e justiça social de um lado, e viabilidade financeira do outro, de criação de consonâncias nos sistemas sociais e políticos, de incessante construção de uma comunidade convival e solidária”.
“Preferindo os pequenos gestos que aproximam às grandes proclamações que afastam.” disse o Presidente da República.